não quero que entres neste texto. não tens uma vida que eu possa compreender. alguns momentos no teu pensamento nunca serão uma vida. não me faças odiar a minha escrita de forma a humanizar o tempo. não entres nesse lugar inferior onde sabes que estão guardados todos os sentimentos que tu utilizas para te auto-destruires.
quero que vivas fora do teu ódio. quero que te ames longe do teu amor. não escrevo a tua história porque sei que és um final infeliz. a tua força é excessiva para as minhas qualidades humanas. nem as minhas palavras servirão de pronto a vestir para as tuas carências mas terei sempre o teu nome tauado nos meus braços.
se o amor não fosse tão infantil, se eu própria não fosse a criança que tu transportavas na tua forma de amar, então tudo o que eu te escrevo seria desumano. prefiro que seja o teu silêncio a derrubar todas as palavras que nunca te escreverei. não posso escrever-te dentro desta escrita. dizia-te na força de existir que me sentia uma mulher forte, e enganei-me. mas tu acompanhavas esse meu choro na impossibilidade de me compreender.
as palavras nunca serão a verdade daquilo que sentimos. a verdade é uma linguagem do silêncio. tu nunca tiveste medo do silêncio, porque o silêncio é o teu acto de viver, o meu não. eu vivo sem o silêncio, sem ti agora vivo com palavras a mais, com coisas por contar.
quero que vivas fora do teu ódio. quero que te ames longe do teu amor. não escrevo a tua história porque sei que és um final infeliz. a tua força é excessiva para as minhas qualidades humanas. nem as minhas palavras servirão de pronto a vestir para as tuas carências mas terei sempre o teu nome tauado nos meus braços.
se o amor não fosse tão infantil, se eu própria não fosse a criança que tu transportavas na tua forma de amar, então tudo o que eu te escrevo seria desumano. prefiro que seja o teu silêncio a derrubar todas as palavras que nunca te escreverei. não posso escrever-te dentro desta escrita. dizia-te na força de existir que me sentia uma mulher forte, e enganei-me. mas tu acompanhavas esse meu choro na impossibilidade de me compreender.
as palavras nunca serão a verdade daquilo que sentimos. a verdade é uma linguagem do silêncio. tu nunca tiveste medo do silêncio, porque o silêncio é o teu acto de viver, o meu não. eu vivo sem o silêncio, sem ti agora vivo com palavras a mais, com coisas por contar.